Benefícios financeiros e incentivos não financeiros: muito além do salário

Por Robert Half on 13 de dezembro de 2021

Benefícios financeiros e incentivos não financeiros: muito além do salário

  1. O que são benefícios financeiros?
  2. O que são incentivos não financeiros?
  3. Benefícios antes e depois da pandemia
Tempo estimado de leitura: 4 minutos

O bem-estar e a qualidade de vida, assim como o equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal, têm se tornado preocupação constante entre os colaboradores e ganhado uma proporção importante durante processos de seleção e decisões sobre rumos da carreira. Nesse sentido, os benefícios no trabalho têm muita relevância, em especial, os incentivos não financeiros.

As novas gerações, conhecidas por trabalharem por propósito, têm muito claro quais são os seus objetivos. Na hora de se candidatarem a uma vaga, avaliam salário, pacotes de benefícios extras e atribuem muita importância a temas como flexibilidade, mobilidade, valores e cultura da organização.

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Apesar de a maioria dos benefícios ainda serem financeiros, como vale-refeição, planos de saúde, odontológico e previdência privada, os pacotes passaram a incluir benefícios considerados motivacionais, como programas de bem-estar e possibilidade de trabalho flexível/remoto.

Justamente para destacar a importância desses incentivos, trouxemos este artigo para você. Lendo o texto, você conseguirá entender e diferenciar com exatidão quais são as características de cada uma das modalidades de benefícios. Ainda, saberá como é a percepção do mercado a respeito disso e verá com seus próprios olhos o que realmente faz diferença no momento de reter os melhores talentos.

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O que são benefícios financeiros?

No "pacote" que engloba toda uma remuneração percebida por um colaborador, alguns pagamentos são classificados como sendo a parte do salário. Trata-se de uma espécie de incentivo, dado na forma de dinheiro para que um determinado trabalhador prefira uma certa empresa em detrimento de outra. Não há nada de errado com isso e a prática se constitui em uma disputa legítima de mercado pelos melhores profissionais.

Na outra mão, temos o funcionário em questão. Muitas vezes sua condição é tal que mesmos os esforços no trabalho não são suficientes para bancar todo o seu custo de vida. A ida e a volta para o trabalho, por exemplo, pode consumir parte considerável dos recursos recebidos a título de salário, por exemplo.

Nesse sentido, surge a figura do auxílio-transporte. Trata-se de uma ajuda custeada pela empresa, de modo que o impacto com deslocamento não seja tão forte assim. Existem vários outros que podemos citar, como comissões, seguro de vida, planos de saúde com coparticipação, entre outros. A ideia é favorecer o corpo de funcionários da empresa.

O que são incentivos não financeiros?

Nesse caso, tudo aquilo que vai além do dinheiro e que serve para compor o pacote de atração ao profissional pode ser considerado um incentivo não financeiro. Apesar de que, algumas vezes, o real valor desses benefícios não é enxergado, a verdade é que eles compõem uma parcela significativa para aqueles profissionais que valorizam a qualidade de vida.

Sendo assim, aqueles "apetrechos" que são ligados ao bem-estar do funcionário e são ofertados como benefícios podem fazer parte dessa classificação. Falamos de flexibilização no horário de trabalho, com extensão para o ambiente, como no caso do home office; desenvolvimento profissional, treinamentos internos, possibilidades de reconhecimento na carreira e, até mesmo, um bom plano de carreira.

A razão da existência desse tipo de incentivo vai bem além da busca pelos melhores profissionais. A intenção pode ser traduzida na consideração que uma organização tem em relação ao perfil dos seus colaboradores. Quando essa simples divisão é feita, fica evidente que a empresa considera seus funcionários em suas principais individualidades, além de preservar grande parte de sua autonomia.

Não existem duas pessoas exatamente iguais nesse mundo. Isso quer dizer que cada funcionário tem suas particularidades e alguns dos incentivos não financeiros servem para equalizar essa diferenciação, tornando o ambiente de trabalho mais produtivo e gerando melhores resultados para as empresas.

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Beneficios mais oferecidos atualmente

Tanto os benefícios financeiros quanto os incentivos não financeiros são muito importantes para oferecer boas condições de trabalho aos funcionários. No entanto, é muito nítido que aquelas organizações que reforçam as vantagens que não envolvem dinheiro têm uma preocupação especial com o corpo de colaboradores. Mostra que existe a percepção da individualidade e permite que cada pessoa molde seu ofício de acordo com seu estilo de vida. Isso faz muita diferença quando um profissional sai em busca de uma vaga de trabalho.

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