Mentira no currículo é o que mais corta profissionais de processos seletivos

Por Robert Half 6 de setembro de 2018

Por Patricia Alves

Sabe aquela turbinada no currículo só para deixa-lo “mais atrativo”? Pois é, de acordo com o Índice de Confiança da Robert Half (ICRH), encontrar uma mentira no currículo de algum candidato é o principal motivo que faz um recrutador descartar uma pessoa de um processo seletivo.

Além das informações falsas, que vão desde o nível de idiomas até uma graduação ou experiência que nunca existiu, falar mal de antigos empregadores e não demonstrar interesse pela vaga também são motivos que levam um candidato a ser cortado de uma seleção.

Candidatos descartados

Na tabela abaixo você confere os principais motivos que levam um candidato a ser descartado logo na primeira entrevista:

Perceber que ele mentiu no currículo

35%

Quando ele fala mal de empregos/empregados anteriores

20%

Quando ele não demonstra interesse pela vaga

18%

Quando ele não sabe se comunicar

13%

Perceber que ele não se preparou para a entrevista

7%

Quando ele não sabe ouvir

5%

Outros

2%

Como se dar bem em uma entrevista de emprego

Agora que a gente já sabe o que queima o filme dos candidatos em uma entrevista, que tal descobrir o que chama a atenção dos recrutadores?

Segundo o ICRH, saber mostrar resultados de empregos anteriores e provar determinadas habilidades técnicas estão no topo da lista, demonstrar interesse, saber se comunicar e estar preparado para a entrevista.

Além disso, determinadas habilidades comportamentais também estão em alta entre os empregadores.

Destaque para:

  • Proatividade

  • Senso de dono

  • Multitarefas

  • Resiliência

  • Perfil mão na massa

Como você está com relação a essas questões? Preparado para mais um processo seletivo?

*Patricia Alves é jornalista e especialista em Relações Públicas da Robert Half

Faça download do índice de Confiança Robert Half

O ICRH monitora o sentimento de recrutadores, profissionais empregados e desempregados com relação ao mercado de trabalho e economia atualmente e para os próximos seis meses.

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