Universidades Corporativas: como as empresas podem driblar os gargalos de qualificação com a educação dos funcionários

80% dos recrutadores encontram dificuldade para captar profissionais com os requisitos necessários para o preenchimento das vagas em aberto

São Paulo, janeiro de 2023 - Esta semana celebra o Dia Internacional da Educação. Ao avaliar a atual conjuntura do mercado de trabalho, a data torna-se extremamente propícia para reforçar a possibilidade das empresas amenizarem os evidentes gargalos de qualificação com a capacitação interna de seus profissionais. Tendência no mundo dos negócios, as universidades corporativas (UC) estão em alta entre as companhias.  

- Nos últimos anos, as organizações passaram a perceber a necessidade de usar a educação corporativa em suas estratégias internas. O principal ganho é elevar a excelência organizacional por meio da valorização dos funcionários. Dessa forma, é possível implantar, desenvolver e consolidar competências críticas ou essenciais da empresa, que podem estar escassas no mercado;

- Contar com uma UC dentro da empresa evidencia a preocupação da companhia com seus colaboradores e auxilia na retenção de profissionais-chave em um momento de mercado no qual os melhores talentos estão sob forte disputa;

- Mesmo em meio às incertezas econômicas que rodeiam o país, o volume de vagas abertas que não conseguem ser fechadas por conta da falta de profissionais qualificados, tanto pelo ponto de vista técnico quanto pelo comportamental, é bastante elevado;

Os especialistas da Robert Half estão disponíveis para explicar como a educação corporativa pode ser uma grande aliada das empresas na busca pela excelência dos negócios.

Dados complementares (22ª edição do ICRH):

- Na visão de 80% dos recrutadores entrevistados, encontrar profissionais com os requisitos técnicos e comportamentais necessários para o preenchimento das vagas em aberto está difícil ou muito difícil. Esse valor representa um acréscimo de 3% em relação ao último levantamento, realizado em setembro;

- Na percepção de 59% deles, o cenário não deve mudar nos próximos seis meses, enquanto 26% acreditam que a busca ficará ainda mais difícil.

- 22% das empresas afirmam que a intenção de contratar nos próximos meses será mais alta do que atualmente, o que complexifica a questão. Hoje, 26% dizem que a intenção é alta ou muito alta.

- Os profissionais desempregados demonstram estar de olho na questão e correndo atrás de capacitação: 80% dos profissionais afirmaram ter procurado melhorar sua qualificação acadêmica durante o período de busca por recolocação;

Sobre a Robert Half

É a primeira e maior empresa de soluções em talentos no mundo. Fundada em 1948, a empresa opera no Brasil selecionando profissionais permanentes e para projetos especializados nas áreas de finanças, contabilidade, mercado financeiro, seguros, engenharia, tecnologia, jurídico, recursos humanos, marketing e vendas e cargos de alta gestão. Com presença global e atuação na América do Norte, Europa, Ásia, América do Sul e Oceania, a Robert Half aparece em listas das empresas mais admiradas do mundo. A Robert Half é reconhecida, também, por seu compromisso de promover a igualdade e proporcionar uma cultura que apoia a diversidade.

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