RMC: Robert Half lista tendências do mercado de trabalho para 2018

Índice de Confiança Robert Half aponta otimismo por parte dos recrutadores

São Paulo, fevereiro de 2018 – O Índice de Confiança Robert Half indica que o otimismo dos recrutadores do Brasil aumentou nos últimos meses, seja com relação ao mercado atual ou quanto ao futuro. “Desde o final de 2017 tenho acompanhado um claro movimento das empresas na retomada de projetos que estavam paralisados, ainda que a passos cautelosos. Esse comportamento dos empregadores, aliado aos dados do Índice de Confiança Robert Half nos faz acreditar que teremos um cenário de contratações mais positivo em 2018”, ressalta Maria Sartori, gerente sênior de recrutamento da Robert Half.

Responsável pela operação da empresa na Região Metropolitana de Campinas, a executiva listou outras cinco boas notícias para os profissionais da região:

  1. “Profissionais de RH voltaram a ser contratados!”

    • Justificativa – Nos últimos anos, as ações das empresas estavam focadas na redução de custos, para se tornarem mais rentáveis. Com isso, a área de Recursos Humanos foi deixada de lado, com risco de terceirização, e elevando a relevância do Departamento Pessoal. Com o reaquecimento do mercado, o RH voltou a atrair a atenção dos CEOs das empresas que entendem a importância dos profissionais da área para a formatação de estratégias sólidas para atrair e reter profissionais qualificados.

  2. “Mercado automotivo dá sinais de recuperação!”

    • Justificativa – Dados da Anfavea apontam um aumento significativo na produção de veículo, na comparação dos números de janeiro a novembro de 2017 com o mesmo período do ano anterior. Como esse mercado teve um alto volume de demissões em 2014, 2015 e 2016, agora chegou o momento de reorganização das áreas ligadas à planta (produção, qualidade, logística, manutenção, etc).

  3. “Profissionais especialistas voltam a ser demandados!”

    • Justificativa – Enquanto no inicio de 2017 o foco eram os profissionais generalistas, o final do ano foi marcado pelo aumento da demanda de profissionais especialistas, de acordo com necessidades pontuais do empregador. A ideia é ter mão de obra qualificada para resolver questões complexas com mais agilidade. O inglês não perdeu a força, sendo elevado de diferencial para mandatório. Outras habilidades valorizadas são: perfil mão na massa; capacidade para trabalhar sob pressão; e ter visão sistêmica e bom relacionamento interpessoal.

  4. “Está mais fácil se movimentar para empresas do mesmo segmento!”

    • Justificativa – Neste momento de retomada do mercado, as empresas estão se readequando, por essa razão, não dispõem de tempo para investir no processo de integração dos profissionais ao segmento da empresa. Dessa forma, a preferência tem sido por contratar aqueles que já possuem experiência na área. Em Finanças e Recursos Humanos nunca houve essa exigência, mas para grande parte das posições este diferencial já começou a ser demandado.

  5. “Há vagas por projetos, de analistas a diretores!”

    • Justificativa – Os profissionais que buscam recolocação ou movimentação na carreira não devem ficar restritos à análise de vagas permanentes, pois existem excelentes oportunidades em posições temporárias, que vão de analistas a diretores, dentro de projetos especializados com data programada para início e término ou para um desafio que precisa ser resolvido pontualmente. De acordo com a segunda edição do Índice de Confiança Robert Half, 80% dos profissionais qualificados (com 25 anos de idade ou mais e formação superior) contratados para Projetos classificam a experiência como positiva para seus currículos.

DOWNLOAD DE ESTUDOS – No site da Robert Half é possível fazer download gratuito da 10ª edição do Guia Salarial (link: https://www.roberthalf.com.br/downloads/guia-salarial) e da 2ª edição do Índice de Confiança (https://www.roberthalf.com.br/indice-confianca).