Coordenar equipe remota é desafio do home-office no Brasil

13 de novembro 2012

Pesquisa mostra que trabalho em casa é permitido em 64% das empresas

São Paulo, novembro de 2012 – Coordenar uma equipe remota é mais desafiador do que a gestão de profissionais no local de trabalho para 92% dos diretores de Recursos Humanos, de acordo com pesquisa global da Robert Half, líder mundial em recrutamento especializado. Apesar da dificuldade na gestão, 64% das empresas brasileiras declaram já permitir, ainda que de forma esporádica e apenas para alguns cargos, que seus colaboradores trabalhem em casa, enquanto 11% dizem ter uma política fixa, e válida para todos os funcionários.

A pesquisa com 1.777 diretores de RH de 13 países e grandes centros revela que mesmo com o trabalho remoto liberado de alguma forma no Brasil para 64% das empresas, apenas 52% afirmam que a organização tem uma política/e ou orientações para gestão do trabalho remoto. “Observamos que aos poucos as empresas começam a flexibilizar e testar o home-office e é um processo ainda em maturação”, afirma Caio Arnaes, gerente sênior, da Robert Half. “Algumas empresas permitem pela questão da mobilidade outras por enxergarem como um benefício ao colaborador, mas poucas ainda possuem a política para todos e com regras e orientações claras”, completa.

De acordo com 49% dos diretores de RH, o trabalho remoto não é permitido, pois há necessidade dos profissionais estarem fisicamente na empresa para executar as funções. A falta de supervisão é o segundo motivo para 29% dos entrevistados para não liberar home-office, seguido por razões de segurança (28%). Na média mundial, com exceção dos casos em que a presença na organização é obrigatória, o principal motivo para não permitir o trabalho remoto é em função da segurança (30%).

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