TI: uma área em constante transformação

Por Robert Half 15 de dezembro 2017

Há tempos a área de tecnologia não é vista somente como suporte para entrar no patamar estratégico dentro das empresas. E não importa o ramo de atuação da companhia. Em todo o mundo, o setor de tecnologia continua evoluindo a uma velocidade sem precedentes. Esse avanço tem levado muitas empresas a buscarem profissionais de TI para expandirem as equipes, seja com contratos permanentes ou por tempo determinado.

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E a busca não está apenas pautada pelo conhecimento técnico do profissional. Os empregadores querem funcionários analíticos, que trabalhem na resolução de problemas, e que atuem como verdadeiros parceiros de negócios. Neste sentido, existe um grande aquecimento em posições que revertam em venda e receita, como aquelas ligadas a Business Intelligence (BI), Big Data e Transformação Digital, áreas nas quais as empresas estão investindo.

Proteção de dados no topo das preocupações

Nas empresas tradicionais, as áreas de operações e suporte tiveram pouca alteração nos últimos anos e a tecnologia mais recente percebida foi o avanço da cloud computing, que demandou muitos profissionais especializados nos últimos dois anos.

Outra tendência é a questão da segurança. Algumas empresas já começam a ter uma estrutura focada em segurança da informação. Antigamente, esse profissional era menos experiente e fazia parte do time operacional.

Hoje, a figura do CSO – Chief Security Officer está cada vez mais presente em grandes corporações, com uma equipe focada em proteção de dados. Essa mudança no perfil tem proporcionado uma valorização desse profissional. Entre 2009 e 2017, por exemplo, os salários aumentaram, em média 9% ao ano.

O profissional de segurança tem sido demandado, também, pelas Startups, principalmente nas Fintechs.

Pequenas gigantes

Além das oportunidades para os profissionais de segurança, nas Startups também estão aquecidas as posições de desenvolvimento, principalmente para ambientes iOS e Android, além de desenvolvimento de aplicativos. As oportunidades são muitas, mas ainda existe carência de mão de obra, principalmente para áreas mais novas, onde ainda falta qualificação.

Muitas delas adotam metodologias ágeis de desenvolvimento, além de serem caracterizadas por uma estrutura organizacional com pouca ou nenhuma hierarquia, e composta por equipes multifuncionais organizadas por produto. Esta forma inovadora de trabalho originou novas funções no mercado, como o PO, que é o profissional responsável pelo produto, o Scrum Master, que responde pelo planejamento tático das tarefas, e o Agile Coach, que utiliza sua experiência para atuar como mentor nos projetos.

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