Profissional de projetos: solução estratégica (inclusive) em tempos desafiadores

Por Robert Half on 8 de junho de 2020

Por Fernando Mantovani

Tenho acompanhado o esforço de alguns líderes para garantir o engajamento do time, manter a qualidade das entregas e concluir ações emergenciais ou importantes, dentro dessa reorganização do mundo corporativo que nos foi imposta pelo distanciamento social. Não está fácil. Afinal, não é o momento de sobrecarregar uma equipe que já está estressada. Porém, no caso de trabalhos pontuais, também não faz sentido contratar mais pessoas para o quadro permanente.

Em situações como essa, uma solução estratégica é considerar a contratação de um profissional para projetos, disponíveis no mercado em cargos de analista a diretor. Faz ainda mais sentido quando a mão de obra é especializada, com perfil consultivo, ingressando na equipe ciente de que existe um problema a ser resolvido, metas a serem alcançadas e prazos a serem cumpridos. O desafio pode ser recuperação de crédito, implementação de infraestrutura de TI, gestão do fluxo de caixa ou outra demanda pontual da companhia.

O que ouço dos clientes da Robert Half que já usufruíram do trabalho de profissionais para projetos é que as maiores vantagens desse modelo de contratação estão relacionadas a agilidade no acesso à mão de obra qualificada e no preenchimento de uma posição-chave, além de transferência de conhecimento para o time interno e eficiência nas atividades e na conclusão da ação. Do ponto de vista dos profissionais, os benefícios se traduzem em experiência, networking, conhecimento e flexibilidade, sem falar nas chances de efetivação ou indicação para outros projetos. Tudo dentro das normas da CLT.

Acredito na eficiência do profissional para projetos em diferentes situações. Porém, em um cenário de mudanças e incertezas, ele se torna ainda mais necessário para que as empresas tenham fôlego para dar sequência às atividades pontuais e emergenciais de uma maneira sustentável. Do contrário, correm o risco de perder em competitividade. Pense nisso!

* Fernando Mantovani é diretor geral da Robert Half

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