Depois de um 2017 desafiador, que venha 2018

By Robert Half 27 de November 2017

Por Fernando Mantovani

Apesar de desafiador, o ano de 2017 apresentou oportunidades para empresas e profissionais e o mercado não ficou parado. No ano em que a Robert Half completou 10 anos no Brasil, o volume de contratações apresentou ligeira alta, com os salários permanecendo sem grandes variações e o mercado ainda preocupado com os cenários econômico e político.

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Para 2018, as perspectivas são otimistas. De acordo com o Guia Salarial 2018, publicado pela Robert Half, ainda que não seja possível prever o resultado, a expectativa de melhora do cenário econômico é uma unanimidade e as empresas já começam a tirar alguns projetos da gaveta, o que deve trazer um impacto positivo ao cenário de contratações.

Isso não significa, no entanto, que recrutar será simples. Existe uma diferença entre o que o empregador busca e o que os candidatos têm a fornecer. E esse cenário demanda uma análise de ambos os lados. Para os profissionais em busca de recolocação ou dispostos a fazerem movimentos na carreira, é importante realizar uma boa leitura do mercado. O que as empresas estão buscando? Quem é o candidato ideal? Quais as habilidades técnicas exigidas? E as competências comportamentais mais buscadas? Eu estou preparado?

As empresas, por outro lado, têm que ser claras e transparentes com seus objetivos, seja na hora da contratação, seja dentro de casa, visando a retenção de talentos. O que você espera do novo profissional? Qual é o perfil ideal para a função? Muitas vezes, ele não é o que tem mais experiência, mas sim o que compartilha dos interesses e valores da companhia. Dentro de casa, a preocupação deve ser com a comunicação adequada. Os colaboradores têm recebido feedbacks frequentes? Eles têm claras as expectativas da empresa com relação ao seu trabalho e entrega?

Quando as informações estão alinhadas e todos estão na mesma página, fica mais fácil construir uma equipe coesa e engajada, o que impacta diretamente a produtividade e, por consequência, os resultados da empresa.

* Fernando Mantovani é diretor geral da Robert Half

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