Mulheres são mais flexíveis para negociar salários

Um estudo da Robert Half, realizado em 12 países, revelou que as mulheres apresentam maior disposição que os homens para negociar o pacote de remuneração durante o processo seletivo e/ou em conversas posteriores sobre análise de desempenho ou promoção. No Brasil, 66% dos diretores de RH afirmaram que elas são mais flexíveis na negociação. Na listagem geral, as brasileiras aparecem em terceiro lugar, atrás de profissionais da Nova Zelândia e da Austrália, como aponta, respectivamente, 73% e 67% dos diretores de RH dos países em questão.

“Em geral as mulheres conduzem as negociações com mais cautela e paciência, mas sem deixar de lado a firmeza em seus objetivos. Elas analisam com mais cuidado as possibilidades, os desdobramentos e as repercussões das situações”, explica Lucas Nogueira, gerente de divisão da Robert Half. Na média mundial, 48% dos executivos entrevistados acreditam que as mulheres são mais flexíveis para negociar salários.

O índice mais baixo relacionado à busca das mulheres por negociar pacotes de remuneração está nos Emirados Árabes. Apenas 29% dos entrevistados do país indicaram que “elas” são mais empenhadas que “eles” durantes as negociações. A pesquisa global da Robert Half, foi realizada em novembro e 2014, considerando a percepção de 1675 gestores de 12 países.

Confira abaixo a lista dos países e a porcentagem dos diretores de RH que consideram as mulheres mais dispostas que os homens em negociar a remuneração:

1º - Nova Zelândia (73%)
2º - Austrália (67%)
3º - Brasil (66%)
4º - Chile (65%)
5º - Reino Unido (50%)
6º - Suíça (49%)
7º - França (46%)
8º - Alemanha (45%)
9º - Holanda (44%)
10º - Bélgica (34%)
11º - Áustria (33%)
12º - Emirados Árabes (29%)

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Tags: Salário

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