A linguagem corporal na entrevista de emprego é importante

Linguagem corporal na entrevista de emprego

A linguagem corporal na entrevista de emprego pode parecer sem importância em um primeiro momento, mas, acredite, ela é relevante.

Mesmo que você tenha as qualificações técnicas para uma determinada posição, existem alguns sinais que você transmite ao recrutador durante a entrevista apenas com o seu corpo, sem falar nada, que podem acabar deixando você para trás na disputa pela vaga.

Especialista no assunto e presença frequente nos canais de televisão, onde analisa a postura de políticos e celebridades, a americana Tonya Reiman escreveu, entre outros livros, “O Poder da Linguagem Corporal – Como ter sucesso em todo encontro pessoal e de negócios”.

Linguagem corporal na entrevista de emprego

Ela defende que o candidato tome alguns cuidados com seu corpo durante uma entrevista de emprego, porque alguns gestos podem contar pontos negativos.

Mão suada na hora de cumprimentar o entrevistador é um deles. Como evitar esse inconveniente?

“Vá ao banheiro antes da entrevista e deixe escorrer [um pouco] de água fria sobre os pulsos”, recomenda Tonya.

“Isso vai lhe dar algum tempo de mãos secas, sem suor”, garante ela. Ainda em relação ao cumprimento, Tonya afirma que é preciso deixar a mão neutra durante o aperto de mão.

“Ao dar a mão para o entrevistador, não tente colocar a sua por cima ou por baixo, porque pode insinuar alguma dominância”, afirma a especialista. A intensidade do aperto de mãos também deve ser observada.

“Cuidado com a força para não parecer muito agressivo”, alerta. O contato olho no olho é outro aspecto importante. Claro, evite aquele olhar insistente, que pode lhe deixar mais parecido a um perseguidor, mas o contato visual é necessário.

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“Sempre que você terminar uma frase, mantenha o contato do olho no olho. Isso transmite credibilidade e aumenta seu nível de persuasão”, diz Tonya.

“E, se precisar dar um tempo do olho no olho, nunca desvie seu olhar para baixo, sempre para um lado ou o outro, também para manter a credibilidade.” Tonya ainda recomenda atenção à variação do tom de voz.

“Quando ficamos nervosos tendemos a variar o tom e deixar a voz mais aguda. Mantenha seus batimentos cardíacos para isso não acontecer”.

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