HAPPY HOUR: modo de usar

Por Juliana Porto

A famosa "happy hour" é um hábito entre colegas em escritórios mundo afora. Além de relaxar após um dia intenso, te ajuda a conhecer melhor seus parceiros de trabalho e estreitar laços com a equipe. Ainda assim, apesar de despojado, o momento exige comportamento adequado. Veja algumas dicas da Robert Half para você extrair o melhor da mais divertida das reuniões - aquela na mesa de bar.

Aprecie com moderação: A regra número 1 é não exagerar. Tenha em mente que a happy hour é uma extensão do ambiente de trabalho apesar da informalidade. Portanto, não exagere na bebida nem nas brincadeiras. Querendo ou não você continua sendo observado por superiores e colegas. Deixe para "colocar o pé na jaca" entre família e amigos.

Quebre o gelo: este encontro pode ser uma boa forma de descobrir afinidades entre seus colegas ou aproximar-se de pessoas com quem você ainda não teve a chance de conversar mais. É uma boa oportunidade de networking! A tendência é que, inclusive, a produtividade no trabalho melhore.

Não faça fofoca: você já sabe que é preciso preservar sua imagem. Pode parecer tentador falar mal de alguém em um ambiente mais descontraído. Cuidado. Esta informação pode chegar rapidamente a pessoa ou até mesmo a seu chefe, que provavelmente não vai gostar nada disso. Mantenha a linha, há assuntos muito mais interessantes para serem tratados.

Participar ou não, eis a questão: Ninguém deve se sentir obrigado a ir ao bar com os amigos do trabalho ou mesmo com o chefe. Você pode, sim, recusar o convite, e explicar suas razões, caso considere necessário.  Afinal, o happy hour é antes de tudo informal. Você pode aproveitar outros momentos de descontração no ambiente de trabalho para se aproximar de seus colegas.

Curta o momento: afinal, este é o propósito deste evento, não é mesmo? Seu principal objetivo deve ser, antes de tudo, a diversão. Assim, os benefícios serão capturados naturalmente. Seja feliz! Tim-tim!

* Juliana Porto é jornalista desde 2005 e começou sua carreira escrevendo justamente sobre... carreiras! De lá para cá, já cobriu finanças pessoais, consumo e tecnologia em redações no Rio e São Paulo, mas sempre acaba voltando ao tema com que começou sua vida profissional.

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