Você dá a devida atenção ao recrutamento da sua empresa?

Por Robert Half 21 de fevereiro 2018

Todos concordamos que uma empresa é feita de pessoas e quão melhor o capital humano, melhor será companhia. Boa gestão é igual a bom ambiente laboral, que gera alta performance, que por sua vez levam a melhores resultados financeiros, e assim são os ciclos virtuosos das corporações que se destacam. Felizmente, temos visto exemplos de empresas brasileiras que estão expandindo suas operações no mercado internacional, muitas vezes comprando outras companhias e implementando seu modelo de gestão: um verdadeiro orgulho para nós brasileiros ver esse tipo de modelo virar benchmark.

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Qual o segredo para isso? Se você pensou em pessoas, acertou. Antes de abrir qualquer novo negócio ou adquirir outra empresa, a principal pergunta a ser feita é: “quem é que vai lá botar o guizo no leão?”. Ou seja, nada acontece se não houver a pessoa certa e preparada para assumir tal posto. Sem gente boa, a corporação não evolui, não melhora e muitas vezes deixa passar boas oportunidades por não ter alguém pronto para assumir novos desafios.

O Recursos Humanos deveria ser o departamento mais importante e estratégico de qualquer companhia, pois sua missão é justamente cuidar de seu principal ativo, da alma do negócio. Contratar, treinar, desenvolver e reter são partes chaves da descrição de cargo de um profissional de RH, mas tudo começa no “contratar”.

Quem já não viu nas mídias sociais frases como “Contratar o profissional errado sai caro ou “Se você pensa que é caro contratar um profissional para o trabalho, espere até contratar um amador”. Tudo verdade! Selecionar errado gera diversos problemas: desde coisas tangíveis como custos inerentes com a contratação, treinamento e demissão, até os intangíveis como o tempo investido pelas pessoas nesse recurso ou até mesmo uma possível desmotivação de outros profissionais, sejam eles pares ou subordinados a essa contratação equivocada.

Se entrarmos nos possíveis problemas operacionais, podemos divagar por muitas páginas. Imagina o profissional de finanças que tomou uma má decisão e comprometeu milhões de reais da empresa ou o engenheiro que colocou a segurança de seus companheiros em risco?

O que observamos no mercado é que muitas corporações reconhecem a importância do recrutamento com qualidade, mas infelizmente não são todas que colocam em prática e tomam o tempo necessário para essa atividade. O recrutamento em alto nível deve envolver linha de negócio e recursos humanos trabalhando lado a lado. O auxílio de empresas especializadas, muitas vezes, vai fazer diferença para garantir o melhor processo seletivo possível. Identificação da necessidade de contratação, definição do escopo das atividades e um criterioso levantamento do perfil profissional cobrindo aspectos técnicos e comportamentais são partes essenciais no processo.

E o que dizer do tempo dedicado para tomada de referências? Essa etapa, sem dúvida, é a cereja do bolo de um bom processo de seleção. Nada melhor do que escutar de profissionais que trabalharam diretamente com o candidato avaliado sobre como era sua performance, idoneidade, atitude e valores.

A sua empresa olha para isso com o cuidado que merece? Se a resposta for não, deveria se preocupar. Contratar bem é o princípio de uma história de sucesso. Claro que somente acertar a mão na contratação não basta, é preciso treinamento e, posteriormente, retenção dos talentos. Afinal, de nada adianta contratar, desenvolver e depois perder o profissional durante seu momento mais produtivo. Porém, como já foi enfatizado, tudo começa com um bom processo seletivo, então, nada mais justo do que dedicar tempo em decidir que vai entrar para construir junto a história da companhia. 

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O ICRH vai monitorar o sentimento de recrutadores, profissionais empregados e desempregados com relação ao mercado de trabalho e economia atualmente e para os próximos seis meses.

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