Como lidar com o conflito de gerações no ambiente de trabalho?

Por Robert Half 11 de Janeiro de 2019

Estamos vivendo algo nunca visto na história do mercado de trabalho: várias gerações atuando juntas, dividindo tarefas, responsabilidades e, também, opiniões.

Diante dessa realidade, saber lidar e tirar proveito do que vem sendo chamado de conflito de gerações no ambiente de trabalho é uma das tarefas de um bom líder, já que essa nova realidade tende a permanecer daqui para frente devido a diversos fatores, como veremos a seguir.

Nesse cenário de perfis comportamentais tão distintos, é preciso ter muito “jogo de cintura” e empatia para liderar, treinar e desenvolver essas pessoas para que elas possam fazer parte de um mesmo time e, assim, garantir as melhores entregas para a organização.

Quer saber como lidar com o conflito de gerações no ambiente de trabalho? Então confira tudo neste post que separamos para você!

Quais gerações fazem parte do mercado de trabalho?

Fatores sociais, econômicos e culturais têm feito várias gerações dividirem o mesmo espaço no mercado de trabalho.

Os fatores sociais se referem ao envelhecimento da população brasileira. Em reportagem do jornal O Globo, dados do IBGE revelaram que, entre 2012 e 2016, o grupo de idosos (pessoas com 60 anos ou mais) cresceu 16%.

O acesso à saúde e à qualidade de vida tem favorecido o envelhecimento cada vez mais saudável da população, o que aumenta a longevidade dessas pessoas.

Ativas, elas não querem abrir mão do trabalho. Esse é um fator cultural relativamente novo que vemos instalado nas empresas: os profissionais chegam à idade de se aposentar, mas querem continuar cultivando seus laços sociais, mantendo-se úteis.

A nova geração chega ao mercado de trabalho altamente conectada com as redes sociais e todas as facilidades que a tecnologia proporciona.

Separamos para você algumas características de cada geração para ajudá-lo a gerenciar melhor seus colaboradores. Acompanhe!

Veteranos

A Geração dos Veteranos é formada por pessoas que nasceram entre 1925 e 1944, viveram na época da 2ª Guerra Mundial. Marcados por grandes crises econômicas, são indivíduos de personalidade mais rígida.

Esse perfil se dá por conta das dificuldades que enfrentaram. São profissionais que respeitam fielmente as regras e seus principais valores são moral, família e trabalho.

São atraídos pela estabilidade. Muitos já estão aposentados, mas permanecem no mercado de trabalho e preferem hierarquias rígidas, além de ficarem anos na mesma empresa.

Baby Boomers

Devido à explosão demográfica após a Segunda Guerra Mundial, os Baby Boomers ganharam esse nome em referência ao grande crescimento populacional.

Nascidas entre 1945 e 1960, essas pessoas passaram por uma transformação cultural em que a disseminação da grande mídia, por meio da TV, foi um influenciador que alterou o comportamento dos jovens da época.

Marcaram essa geração os ideais de liberdade, o feminismo, os movimentos a favor dos negros e homossexuais. No território nacional, os festivais de música tiveram grande relevância e eram realizados com o objetivo de enfrentar e resistir à censura da ditadura civil-militar.

São funcionários assíduos e apreciam estabilidade, por isso, passam muitos anos nas empresas e, na maioria das vezes, no mesmo cargo.

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Geração X

Nascidos entre 1961 e 1980, aproximadamente, as pessoas que fazem parte da Geração X foram os primeiros a pensar que “a empresa não é tudo”.

Para eles, as hierarquias são menos rígidas, mas ainda importam. Também apreciam estabilidade e são profissionais comprometidos e consistentes em suas ações.

Estão no auge da carreira, esperam mais reconhecimento profissional e, para isso, não necessariamente têm de estar dentro de um escritório. São ativos, dinâmicos, pensam em empreender.

O desafio dessas pessoas é lidar com a tecnologia e acompanhar os processos de mudanças constantes, e para isso são treinados. Sentem-se bastante pressionados pela geração que os sucede, a Y.

Geração Y

Também chamada de Millennials, fazem parte da Geração Y pessoas nascidas, aproximadamente, entre 1981 e 2000, todas marcadas pela revolução tecnológica.

Enquanto os X tiveram de ser treinados para colocar em prática a tecnologia no seu dia a dia, os Y já entram no mercado de trabalho com essa realidade.

Eles são informais e, por isso, uma hierarquia rígida lhes parece desinteressante. São globalizados e a mentalidade é de que a organização precisa se adaptar ao indivíduo, e não o contrário.

Essa geração é a que realmente desafia muitos gestores. Emocionalmente carentes e instáveis, querem trabalhar por paixão e com aquilo que gostam. Não se prendem a status social e dinheiro é apenas uma forma de poder ser livre, o que diminui seu apego a ele.

[Leia também: Os novos benefícios no trabalho e a identificação do valor agregado]

Geração Z

Nascidos a partir de 2001, a geração Z tem conectividade espontânea com o mundo virtual. Nasceram com a tecnologia em alta e não conhecem o mundo sem ela, por isso, fazem uso do recurso não apenas para trabalhar, mas para viver.

Em 2019, completam 18 anos. Muitos desses jovens já estão iniciando sua carreira profissional nas empresas por meio de estágios. Por cultivarem relações extremamente superficiais, é desafio da gestão da empresa pensar em como as relações de trabalho vão se dar com a entrada dessa geração no mercado de trabalho.

Quais são os principais desafios da gestão ao lidar com o conflito de gerações no mercado de trabalho?

Nesse cenário, a gestão da empresa, em parceria com o setor de Recursos Humanos, tem o desafio de compreender as necessidades de cada grupo de gerações com o objetivo de evitar conflitos entre eles, elevar a produtividade e ainda reter talentos.

Isso porque cada geração tem maneiras muito diferentes de enxergar os desafios diários. Por isso, a gestão precisa desenvolver o planejamento de carreira e os benefícios pensando em atender demandas não homogêneas.

Enquanto alguns valorizarão um plano de previdência privada, outros podem preferir jornada flexível. O desafio é atender todas as expectativas, levando em consideração que a política de benefícios deve ser igual para todos os colaboradores e que toda organização precisa reter talentos, sendo eles de diferentes períodos ou não.

O que vem por aí: Geração Z

A tecnologia tem moldado a comunicação para um comportamento instantâneo. Isso fez com que as conversas face a face fossem perdendo espaço, e as gerações a partir dos Millennials estão se comunicando cada vez mais virtualmente, o que acaba acarretando o isolamento das relações interpessoais.

No entanto, essa nova geração, por sua facilidade com a tecnologia, é capaz de trabalhar remotamente, possuem facilidade em trabalhar sozinhas e têm muita autonomia no seu dia a dia.

Eles também se envolvem rapidamente com o trabalho, o que confere a eles um alto grau de adaptação e entregas mais rápidas.

Assim que são contratados, a exemplo de seus antecessores, eles esperam fazer algo importante. Essa vontade por se envolver com o trabalho de forma rápida é uma qualidade muito valorizada nas organizações atuais.

Como engajar as novas gerações no mercado de trabalho?

A nova geração de trabalhadores possui expectativas com relação às empresas que desejam trabalhar e, por isso, são mais exigentes ao escolher uma organização, se comparados às gerações anteriores. 

Eles são leais, comprometidos e gostam de desafios. Para engajá-los, é preciso promover boas oportunidades dentro da companhia, que pode envolver, por exemplo, um agressivo plano de cargos e salários.

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Além disso, é importante pensar em uma política efetiva de diversidade e inclusão, oferecer a eles um propósito coerente e significativo, e também investir em suas capacitações. Isso porque, eles valorizam oportunidades de aprendizado, inclusive internacionais.

Não são apegados a regras. Assim, oferecer opções de horários flexíveis de trabalho é fundamental.

São profissionais que gostam de se sentir valorizados, e também capazes de abrir mão de benefícios, se perceberem que o trabalho deles faz diferença para outras pessoas.

Nesse sentido, apostar em uma boa comunicação, políticas de feedback e oportunidade de crescimento é fundamental para engajar e motivar esses profissionais.

Quais conflitos podem ocorrer em uma empresa com várias gerações trabalhando juntas?

Certamente, as diferenças entre as gerações podem causar mal-entendidos. Isso porque elas divergem nas formas de pensar, têm realidades distintas e até mesmo condições físicas e psíquicas em níveis diferentes.

Nesse contexto, mal-entendidos podem gerar conflitos importantes, que talvez comprometam toda uma estrutura organizacional, colocando em risco a missão da empresa.

Portanto, as divergências e diferenças entre as gerações no mercado de trabalho devem receber a devida atenção. Mas cuidado para não generalizar!

Entenda que somos todos seres humanos, com dores, dificuldades, talentos e alegrias. Apesar de termos nascido em tempos distintos e de nossas experiências serem diferentes, todos temos a tendência de desejar coisas muito semelhantes, como confiança, respeito e propósito.

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Isso nos faz refletir que, em certas ocasiões, nos concentramos tanto em nossas diferenças que acabamos por ignorar o quanto temos em comum.

Assim, para lidar com conflito de gerações no ambiente de trabalho, é preciso criar a empatia entre elas e trabalhar tanto as competências técnicas quanto comportamentais dos profissionais.

Em relação às competências técnicas, é preciso ficar atento para nivelá-las por meio de treinamento, se preciso for. Em geral, Baby Boomers têm maior dificuldade com a tecnologia, em oposição à extrema facilidade dos profissionais Y e Z nessa questão.

Já em relação a comportamentos, a estabilidade emocional é o ponto forte da Geração X, em contraponto à impulsividade multidisciplinar dos Y, que têm personalidade individualista e relacionada a seus próprios valores pessoais, além de serem altamente conectados.

O que a empresa deve fazer?

Quando o assunto é lidar com o conflito de gerações no ambiente de trabalho, a questão principal deve ser criar um canal aberto de diálogo para toda a equipe.

Na maioria das vezes, a nova geração não vai se contentar em seguir as regras e tenderá a questionar e propor soluções próprias. Portanto, a empresa deve favorecer o diálogo, criando um ambiente propício para essa troca de ideias, ao mesmo tempo em que consegue racionalizá-las em um projeto prático.

As novas gerações (Y e Z) têm a oportunidade de alterar a história de uma organização, amparada também pelos Veteranos, Baby Boomers e Geração X. Esse é um momento inédito para o mundo corporativo, e as empresas que souberem aproveitar o potencial de cada uma sairão na frente e conquistarão importantes diferenciais competitivos.

Quer saber como tirar o melhor de cada geração de trabalhadores? Então confira estas dicas!

Supere os estereótipos

Não raro, os profissionais de diferentes gerações têm dificuldade de trabalhar juntos devido a noções preconcebidas sobre como os outros se comportam.

A Geração Y pode perceber que os Baby Boomers são um verdadeiro fracasso quando o assunto é tecnologia e argumentar que os mesmos têm uma mente pouco aberta ao novo.

Enquanto isso, os Baby Boomers podem dizer que os Millennials são imaturos e não têm compromisso com o trabalho.

Nesse cenário, cabe à gestão das empresas e às lideranças das áreas evitar ao máximo os estereótipos e estabelecer uma comunicação humana e solidária entre os funcionários, incentivando a convivência sadia.

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Esclareça quais são as expectativas de trabalho

Como vimos, cada geração de trabalhadores tem uma perspectiva de sucesso diferente da outra.

Para alguns, uma atividade entregue antes do prazo é o suficiente para classificar o profissional como competente. Para outros, cumprir os horários e se manter assíduo com as atividades de trabalho é o diferencial. Temos, ainda, aqueles profissionais que não se importam em levar o trabalho para casa, desde que façam com prazer.

Essas divergências de pensamentos em relação ao trabalho podem interferir muito no relacionamento. Para que todos estejam alinhados com os objetivos da organização, é importante expor de forma clara e objetiva quais são as expectativas da empresa em relação a seus colaboradores. Isso torna mais fácil o equilíbrio do trabalho e também da convivência entre os colaboradores.

Estimule a comunicação no ambiente de trabalho

Passar grande parte do dia em um ambiente em que as pessoas ignoram umas as outras — e, por isso, não se conhecem — interfere diretamente no clima organizacional e também desfavorece a produtividade da equipe, contribuindo para o surgimento de conflitos.

Assim, é importante estimular a criação de relacionamentos entre os colaboradores, em especial entre aqueles de diferentes gerações. Isso colabora para que os funcionários tenham uma maior sensibilidade e empatia em relação ao outro, o que favorece a compreensão das diferenças existentes entre esses profissionais.

Crie oportunidades para uma boa convivência

Você pode incentivar a convivência entre os colaboradores por meio de treinamentos coletivos, workshops e até mesmo ao modificar o layout da empresa para que as pessoas fiquem mais próximas.

Além disso, happy hours são momentos importantes de descontração e favorecem a criação de laços também no ambiente de trabalho.

Fique atento às mudanças de processos

Quando o momento for de implantação de novos projetos, evite fazer declarações gerais, comparar desempenhos e presumir que todos processaram as informações da mesma forma. É importante alinhar as informações, explicando para todos o processo desde o início.

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Tenha cuidado ao atribuir tarefas

Antes de atribuir tarefas, pense em como essas atividades serão recebidas por cada geração de trabalhadores. Para isso, reserve um tempo para revisar suas instruções e:

  • certifique-se de que as orientações sejam claras e específicas;
  • relacione um prazo por data e hora;
  • tenha certeza de que todos entenderam a sua função no processo.

Esses cuidados podem exigir um esforço extra da sua gestão, mas, quando as orientações e expectativas forem transmitidas de forma clara, o time terá condições de trabalhar em conjunto e com mais eficiência, sem que a idade seja um fator limitador ou de vantagem para alguns.

Esteja ciente dos obstáculos baseados em geração

O mundo está em constante evolução, e os recursos tecnológicos são os grandes responsáveis por boa parte dessas transformações. Assim, pode ser um problema para os colaboradores que estão no cargo há muito tempo acompanhar as novidades do mercado.

Por exemplo, um funcionário que está na mesma posição há 20 anos tende a demorar mais para adotar uma nova tecnologia, se comparado a um profissional mais jovem. Um mais jovem pode ser resistente ao mais antigo por não entender as questões dele com o computador.

Garantir que todos estejam alinhados com os desenvolvimentos mais recentes é uma ótima alternativa para eliminar a confusão e evitar o conflito de gerações no ambiente de trabalho por causa das diferenças de idade.

Encontre um terreno comum

Quando a gestão estabelece um fator ou meta comum, ou seja, que vale para todos os colaboradores, é mais provável que eles se unam para alcançá-la.

Isso acontece independentemente de quão diferentes são seus pontos fortes ou seu tipo de personalidade. O trabalho passa a ser a força motivadora. Pense no seguinte:

  • A tarefa diz respeito a um valor comum importante para todos os seus funcionários, como realização pessoal, família ou comunicação?
  • Esse projeto beneficiará a sociedade como um todo? Por exemplo, a missão é implementar um novo processo para reduzir o risco ambiental em uma região?
  • O projeto ajudará pessoas de todas as faixas etárias?

Apontar os benefícios evitará quaisquer sentimentos internos de favoritismo. Portanto, saiba envolver as pessoas em propósitos, e elas trabalharão mais e melhor!

Como obter o melhor de cada geração no trabalho?

Com uma diversidade tão grande de gerações no mercado de trabalho, é fundamental que a organização esteja atenta ao perfil de cada uma delas ao abrir uma vaga, para garantir um recrutamento de sucesso.

Isso porque todas têm competências diferentes que podem contribuir para os resultados da empresa. Assim, é importante que as diferenças entre elas sejam respeitadas e que a organização ofereça as condições necessárias para que haja igualdade de tratamento.

O desafio com a Geração Y

O grande desafio dos gestores hoje é tirar o melhor dos profissionais da Geração Y, pois eles são vistos como profissionais sem comprometimento, já que demonstram em sua personalidade uma preocupação maior com seu crescimento individual do que com o crescimento da empresa.

No entanto, é possível extrair grandes resultados desses profissionais quando eles são motivados. Quando isso acontece, eles elevam seu nível de comprometimento e realmente conseguem contribuir para o crescimento da organização.

Além disso, quando bem orientados, também são capazes de trabalhar com profissionais das gerações anteriores, que têm valores distintos e são mais experientes.

Dos Veteranos, Baby Boomers e X, a empresa pode esperar muita resiliência e força de vontade. Para isso, invista em treinamentos constantes e também no diálogo.

Todos são capazes de trabalhar juntos, pois, ainda que alguém pertença a uma geração diferente, todos possuem competências que podem ser utilizadas a favor da empresa.

O estímulo certo

Portanto, se as pessoas forem estimuladas, elas tendem a responder com eficiência. Para isso, a organização deve estar preparada e ter um plano de treinamento e integração para esses funcionários, além de contar com um líder inclusivo.

Assim, para garantir uma gestão de alta performance, identifique quais gerações estão sob sua gestão e quais são os conflitos mais recorrentes e estude as necessidades desses profissionais, para poder colaborar cada vez mais com o crescimento deles.

Uma boa dica é jogar com os pontos fortes dos profissionais. Ao fazer a atribuição de projetos, tenha certeza de que todos possam fazer algo em que sejam bons.

Por exemplo, se o projeto for elevar as vendas de determinado produto, você pode contar com a experiência de mercado dos Baby Boomers e aliar o fascínio por desafios dos Y para criar uma campanha de vendas matadora!

Chegou a hora de ser feliz no trabalho

Os Baby Boomers podem fornecer dados sobre os históricos e hábitos dos clientes na empresa, enquanto a geração do milênio pode ajudar com uma divulgação massiva nas redes sociais.

Assim, à medida que o trabalho flui, ficará mais fácil gerenciar as diferentes maturidades no ambiente de trabalho.

Cada geração tem suas próprias regras. Isso é um fato. No entanto, são pessoas e, como vimos, têm as mesmas necessidades que todos. Elas estão apenas em estágios distintos da vida, e isso, muitas vezes, pode representar um desafio real para a gestão.

No entanto, é possível apostar em uma boa comunicação e também ajustar diretrizes para que todos possam caminhar juntos rumo aos objetivos da empresa e garantir uma entrega coletiva satisfatória.

Quando você consegue gerar um ambiente em que a comunicação é constante e criar propósito para o trabalho das pessoas, evitar o conflito de gerações no ambiente de trabalho se torna uma tarefa mais fácil, além de contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional de todos os profissionais envolvidos.

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