Como ficar rico: descubra o caminho para o sucesso financeiro

Por Robert Half 23 de novembro de 2018

Se você der um Google em “como ficar rico” vai encontrar mais de 30 milhões de referências. Algumas fórmulas de enriquecimento rápido podem ter funcionado para uns mas não para outros. Muitas vezes, o pensamento de planejamento financeiro pode ser assustador ou cair no esquecimento quando se tenta manter outros aspectos da vida.

Pode parecer óbvio, mas se você nunca agir, como vai conseguir alguma coisa? Fique esperto e não seja impedido pelas 6 barreiras para alcançar o sucesso financeiro. Confira:

1. Deixar para depois

Quando somos jovens, queremos logo começar a trabalhar e ganhar dinheiro. Em geral, nessa época, é comum gastarmos mais com bens de consumo e diversão imediatos. Quaisquer planos de poupança são mais propensos a objetivos de curto prazo, normalmente, um carro ou uma viagem ao exterior, sem uma estratégia de investimento específica em mente.

No entanto, com a evolução natural da vida e da carreira outros compromissos financeiros batem à porta: casamento, financiamento imobiliário, despesas escolares, etc...e de repente, vários anos se passaram. Durante este tempo, enquanto você se concentrava em viver a vida, pode ter perdido inúmeras oportunidades de investimento. É importante começar a ser financeiramente responsável o mais cedo possível. Investir leva tempo e está diretamente relacionado a estabelecer os comportamentos corretos, como a disciplina para poupar.

2. Acreditar em fórmulas mágicas

Esquemas de enriquecimento raramente funcionam. Se está fixando suas esperanças em uma alta surpreendente nos preços das ações ou em ganhar na loteria, não se iluda. As chances disso acontecerem são bem pequenas.

É melhor ser mais realista com seus objetivos. Há muitas maneiras de conseguir a independência financeira, você só precisa, realmente, de uma estratégia e de adequar seu cronograma, orçamento e nível de vida.

3. Dar desculpas

Reflita sobre isso por um minuto, você já se pegou dizendo uma das seguintes frases:

  • "Estou esperando que as taxas de juros caiam."
  • "Eu preferiria quitar meu financiamento antes de investir."
  • "É melhor esperar até depois da eleição."
  • "Eu preferiria que esperar até o meu próximo aumento salarial."

A verdade é que sempre haverá uma razão (ou desculpa) para não investir. No entanto, estas são limitações que colocamos em nós mesmos.

4. Não verificar informações em fontes confiáveis

A enxurrada de comentaristas financeiros pelos meios de comunicação e canais de mídia social levou a uma sobrecarga de informações. Como resultado muitas pessoas baseiam suas decisões sobre o conteúdo que, na verdade, deveria ser visto como entretenimento ou mesmo um anúncio publicitário.

Uma forma de cortar esta avalanche de informações é consultar um profissional da área financeira, que entende a fundo a situação e pode ajudar a filtrar o que é irrelevante.

5. Não pedir ajuda

É bom ter a confiança em suas próprias habilidades, mas, às vezes, é sábio solicitar ajudar. Seja um atleta, um empresário ou líder global, todos têm treinadores e conselheiros. Uma boa assessoria financeira pode ajudar a traçar um plano de investimento mais adequado ao seu perfil.

Então, ao invés de debater qual ativo é melhor, procurando a solução mágica ou o tempo perfeito para investir, tente identificar seus objetivos e prioridades e tomar medidas para maximizar a probabilidade de alcançá-los.

6. Não analisar o cenário antes de tomar decisões

Está pensando em fazer um investimento, ou então, vai deixar seu emprego atual para buscar novas oportunidades? Então é importante que você verifique como está o mercado de trabalho, os retornos dos investimentos em ações e o cenário econômico atual.

Existem momentos de otimismo e de pessimismo no mercado. Esse fato pode te auxiliar a decidir o melhor momento para tomar decisões de grande importância.

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O ICRH vai monitorar o sentimento de recrutadores, profissionais empregados e desempregados com relação ao mercado de trabalho e economia atualmente e para os próximos seis meses.

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