Ter apenas “dom” não lhe levará ao topo

Por Robert Half on 22 de fevereiro de 2017

Na autobiografia “Mais rápido que um raio”, o velocista jamaicano Usain Bolt admite ter nascido com o dom para o esporte, mas ressalta que a conquista de nove medalhas de ouro em Jogos Olímpicos e de outras onze em mundiais se deve principalmente ao seu esforço, disciplina e foco para atingir os resultados.

A conclusão do homem mais rápido do planeta nos leva a refletir que o talento é capaz de elevar uma pessoa a um determinado patamar de sucesso, porém, a permanência na posição de destaque por um longo período, de maneira consistente, e superação de novas marcas só acontecerá se a habilidade e o esforço caminharem lado a lado. Fazendo um paralelo, isso também é válido no mundo corporativo, independente do seu nível hierárquico dentro da companhia.

Nem todas as pessoas percebem, mas, assim como no esporte, no mundo corporativo o dia a dia de um profissional de sucesso não é um mar de rosas, com um salário atraente, bônus volumosos, auxílio educação e automóvel da empresa à disposição, por exemplo. Em geral, o destaque e os prêmios são resultados de constantes atualizações durante e após o expediente, anos de qualificações acadêmicas, dedicação para o desenvolvimento ou aprimoramento de suas habilidades e muitas reuniões para definir, acompanhar e redefinir metas. Apenas algumas pessoas estão dispostas a essa rotina.

Na vida, poucas vezes as vitórias estão relacionadas apenas à sorte. Vence quem acredita que o esforço vai além do talento! Esforce-se!

* Fernando Mantovani é diretor geral da Robert Half Brasil. Este artigo foi publicado originalmente no blog Sua Carreira, Sua Gestão, da Exame.com.

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