Como escolher um coach executivo

Por Robert Half 4 de novembro de 2016

Por Adriana Fonseca

O coaching, treinamento para aperfeiçoamento profissional, está em alta. As reestruturações nas empresas são uma das causas. Executivos se vêm diante de novos desafios repentinamente, por conta de demissões, e nem sempre estão preparados para assumi-los. O coach pode ajudar nessa preparação a toque de caixa.

Mas uma dúvida comum, seja de quem quer lidar melhor com os novos desafios, mudar de carreira ou em busca de uma recolocação, é como escolher um bom coach, realmente preparado para ajudar. A desconfiança não existe à toa. “Boa parte da oferta de treinamentos que, supostamente formariam coaches, não atende os requisitos mínimos necessários para preparar profissionais especializados”, afirma Rosa Krausz, da Associação Brasileira de Coaching Executivo e Empresarial (Abracem).

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Dicas para acertar na escolha do coach executivo e empresarial

  • Cheque se a formação em coaching foi feita em instituição reconhecida ou com pessoas capacitadas
  • Peça indicação de clientes para obter referências
  • Procure saber se o profissional faz sessões de supervisão com profissionais sênior em coaching

Quando decidir contratar o coach, fique atento às questões abaixo, pontuadas pela Abracem:

  • O número de sessões em um processo de coaching varia em cada caso, por isso não é adequado contratar um pacote fechado. Em média, um processo de coaching varia entre 6 e 12 sessões
  • Sessões com duração superior a 90 minutos tendem a tornar-se improdutivas e dispersivas
  • As sessões de coaching executivo e empresarial são de caráter sigiloso e não deverão ser divulgadas pelo coach a ninguém, nem dentro, nem fora da empresa
  • Faz parte da ética profissional de um coach executivo e empresarial não atender simultaneamente um chefe e seu respectivo subordinado

“Trata-se de uma lista parcial de pontos sensíveis que, se forem considerados com a atenção que merecem, poderão evitar desperdício de tempo, energia humana e demais recursos, além de expectativas frustradas e desgaste emocional dos envolvidos”, diz Rosa.

Adriana Fonseca é jornalista, tem 14 anos de experiência na cobertura de carreiras e empreendedorismo e já publicou no jornal Valor Econômico, na Folha de S.Paulo e na revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Hoje, escreve e edita em seu home office.

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